Pela NBR 15859 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) o monitoramento de brinquedos é uma das normas principais para quem trabalha com locações de brinquedos.
Mas o que são monitores de brinquedos,e qual a função deles?
O Monitor de Brinquedos é a pessoa responsável pela utilização correta dos Brinquedos em festas e eventos.
A função principal do monitor é garantir diversão, coordenar e monitorar o uso dos brinquedos com segurança para evitar danos nos brinquedos e transtornos no evento.
Qual a importância do monitor?
O monitor visa a tranqüilidade e conforto ao cliente, fora um atendimento diferenciado pela sua empresa. Os monitores garantem uma brincadeira saudável e segura das crianças.
O Monitor deve ficar atento com:
– Aglomeramento de crianças no brinquedo.
Cada brinquedo tem sua capacidade para uso limite, o monitor deve evitar ultrapassar o limite de crianças nos brinquedos por questão de segurança, isso é essencial para evitar acidentes .
– Idade das crianças nos brinquedos.
Separar crianças pelo tamanho e faixa etária é essencial para evitar que as crianças se machuquem.
– Rotatividade de crianças.
Ter uma fila e tempo de uso do brinquedo, é uma forma organizada para que todas as crianças possam aproveitar de forma igual.
– Montagem e desmontagem dos Brinquedos.
O monitor deve ficar atento na hora de montar montar os brinquedos, verificar bem o local, restirar todos objetos pontiagudos e cortantes do chão para evitar danos ao brinquedos.
– Conservação dos Brinquedos
É importante a realização da limpeza do brinquedo antes e depois da utilização do Brinquedo.
NÃO CONTRATE BRINQUEDOS SEM MONITOR.
BANHO E HIGIENE
Um banho por dia é suficiente. E sempre pela manhã.
Certo. Um banho por dia está ótimo. No verão ou nos dias de calor, pode-se dar um outro. E também não precisa ser apenas pela manhã, a não ser no inverno, quando o melhor horário é próximo ao meio-dia, com a temperatura mais quentinha.
A água do banho deve ser filtrada e fervida até ele completar um ano.
Errado. O banho poderá ser dado com água comum, sendo que tenhamos certeza da correta hygiene da caixa d’água.
Temperatura morna é ideal para a água do banho, no inverno ou no verão.
Certo. Nem quente nem fria é a temperatura adequada. Isso pode ser verificado colocando-se o cotovelo na água. Tenha o cuidado de evitar as correntes de ar durante o banho e procure secar e vestir o bebê no mesmo ambiente, para que ele não passe por mudanças bruscas de temperatura. A temperatura ideal seria em torno dos 37 – 37,5°C
Algumas gotas de lavanda na banheira perfumam e não fazem mal.
Errado. Evite qualquer tipo de perfume para o bebê. Se desejar um cheirinho gostoso, faça um chá forte de camomila e misture na água do banho. Além de perfumar, acalma. Mas, sempre converse com o pediatra do seu bebê.
Nas meninas, a limpeza da área das fraldas deve ser feita da vagina em direção ao ânus.
Certo. Assim não há risco de sujeirinhas penetrarem na entrada da vagina e causarem infecção urinária.
Nos meninos, a higiene é mais simples.
Errado. Os meninos também merecem cuidados especiais na higiene dos genitais. No banho, puxe, levemente (nunca demais), a pele do pênis para remover toda a sujeira. E na troca das fraldas verifique se não sobrou nada por baixo do saquinho. Somente faça a “massagem” no prepúcio, quando seu pediatra indicar.
Toalha fralda é a única recomendada para a pele delicada do bebê.
Errado. Toalhas de algodão bem macias também podem ser usadas.
Após o banho, um pouco de talco no pescoço e na região genital previne assaduras e brotoejas.
Errado. Evite o talco, que é muito fino e perfumado, podendo causar alergia no bebê. Para proteger a pele das partes íntimas, prefira um creme específico para esta faixa etária.
Os ouvidos devem ser limpos todos os dias e com hastes secas.
Certo. Não se deve usar as hastes na parte interna do ouvido. Após o banho, seque as dobrinhas externas das orelhas com uma haste seca e pode-se fazer a higiene na “portinha”do ouvido.
Soro fisiológico e colírio, diariamente, são indicados para lavar e retirar as secreções dos olhos dos bebês.
Errado. Somente nos casos de irritação, com acúmulo de secreção, é que se deve usar o soro fisiológico para limpeza dos olhos. Colírio? Somente com orientação do médico.
Lavar a cabeça normalmente é o suficiente para remover as crostinhas.
Certo. Algumas vezes é necessário o uso de óleo vegetal, mas somente se for indicação médica.
O umbigo só pode ser lavado depois de cair o coto.
Errado. Até que o processo de cicatrização e queda termine, entre sete e dez dias, faça uma higiene no local com álcool 70% após o banho. Não são necessários curativos e nem proteger com gaze. Basta limpar com o álcool, manter seco e colocar a fralda.
Medidas básicas de higiene, como banhos e o uso de talco, evitam mau-cheiro nos pés.
Certo.Deixar os sapatos arejados também ajuda.
Hidratantes para a pele, creme de pentear e outros produtos de beleza infantis causam alergias.
Certo. Use apenas sabonete neutro, de preferência, os de glicerina pura, para o banho e cabelos.
A higiene da boca começa antes de nascerem os dentinhos, com a mamãe escovando as gengivas do bebê.
Errado. A escovação só deve ser iniciada junto à introdução de alimentos ou do leite artificial, mesmo sem os dentinhos. No começo, use uma escova especial para as gengivas ou uma gaze embebida em água.
TROCA DE FRALDAS
Nos recém-nascidos, a troca de fraldas é feita a cada duas horas.
Errado. A fralda deve ser trocada sempre que estiver molhada. Se forem descartáveis, têm grande poder de absorção permitindo um período maior de utilização. Dependendo da freqüência das trocas, são usadas de seis a oito por dia.
Para o xixi, basta passar um algodão umedecido; já para o cocô, é necessário lavar o bumbum.
Certo. Porém, apenas quando a sujeira da fralda for muito grande. Caso contrário, use algodões embebidos em água até que a região fique bem limpa. Antes de colocar a nova fralda, passe um creme protetor.
Pomadas à base de óxido de zinco devem ser aplicadas em cada troca de fraldas.
Errado. A pele precisa sempre de proteção. O uso de pomada ou creme, tem o papel de fazer uma barreira de proteção. Mas, não deve ser usada nenhuma pomada com medicação de forma contínua, a não ser que seja por orientação médica.Existem ainda os óleos vegetais (amêndoa ou semente de uva) que têm efeito protetor e são naturais.
Lenços umedecidos devem ser reservados para as trocas na rua, quando não há jeito de lavar o bebê.
Certo. O melhor produto para a higiene do dia-a-dia é a água.
Toda criança pode usar fraldas descartáveis.
Errado.Algumas crianças têm alergia a fraldas descartáveis e só podem usar as de pano.
SAÚDE
Logo após o nascimento, as unhas devem ser cortadas.
Certo. Essa é uma das tarefas executadas, com precisão, pelas enfermeiras da maternidade. As unhas do recém-nascido são muito fininhas e crescem bem rápido, devendo ser cortadas com freqüência. Existem cortadores especiais para bebês e, ainda, as tradicionais tesouras sem ponta. Como é a mamãe quem vai cortar em casa, deve escolher com qual instrumento se adapta melhor. E mãos à obra!
A mamãe deve impedir visitas ao bebê de quem está resfriado, com tosse ou qualquer doença.
Certo. Nenéns muito pequenos são resistentes, mas é sempre bom deixar pessoas doentes afastadas deles. Se não for possível, mantenha a casa bem arejada e, em dias frios, o bebê bem aquecido. Evite o contato direto dessas visitas deixando seu filho no quarto. Uma boa saída é dizer que ele está muito agitado e precisa de um pouco de sossego.
Quem chega da rua deve sempre lavar e desinfetar as mãos, com álcool, antes de pegar o bebê.
Errado. Basta lavar as mãos com água e sabonete. Seja gentil e sugira que antes de pegar o bebê, a visita lave as mãos. Deixe um sabonete anti-séptico, no banheiro, que já induz a uma boa higienização.
Beijinhos no rosto dele estão proibidos; podem transmitir sapinho.
Errado. Os bebês precisam de muito carinho e o beijo é uma das mais deliciosas manifestações. Claro que isso não se refere a estranhos.
Conversar, tomar líquidos ou comer durante a amamentação, não atrapalha.
Certo. Quando mãe e bebê estão bem adaptados à amamentação, é possível fazer qualquer coisa com o bebê no peito. Comer, andar, falar, ler, beber água (que, inclusive, é muito recomendado). Porém, se ainda há dificuldades e a mamada não é completamente tranqüila, procure sentar-se, confortavelmente, em lugar calmo, com poucas pessoas circulando. Mas, se tiver sede, beba bastante água, mesmo durante a mamada.
Não é necessário limpar o bico do seio antes de cada mamada.
Errado. Os bicos devem ser limpos com o próprio leite da mãe, antes e depois de cada mamada. Isso protege a pele e higieniza o seio.
Canjica e cerveja preta ajudam a aumentar o volume de leite da mulher.
Errado. Beber muita água, descansar, relaxar e confiar; isso, sim, aumenta a produção de leite.
Os soluços são comuns em crianças pequenas; é só esperar um pouco que eles passam.
Certo. Os soluços são provocados por espasmos do diafragma e, geralmente, incomodam mais as mães do que os bebês. Quando ainda mamam no peito, colocá-los para mamar faz com que o problema passe imediatamente. Os que já não mamam mais podem melhorar bebendo água.
As brotoejas surgem apenas no verão, por causa do calor.
Certo. De modo geral, as brotoejas surgem no verão, mas, eventualmente, podem aparecer em outras épocas, principalmente em crianças mais ativas, que transpiram muito na região do pescoço. Para tratá-las, misture uma colher (sopa) de amido de milho em um copo de água e derrame no pescoço do bebê, no final do banho. Seque bem com uma toalha macia, sem esfregar. Óleo vegetal (amêndoa, coco, camomila ou até mesmo óleo de soja) também funciona.
Pomadas anestésicas amenizam o desconforto quando os dentinhos estão nascendo. E não fazem mal.
Errado. Nenhum medicamento deve ser usado sem o aconselhamento médico. O desconforto do nascimento dos dentes é normal e pode ser aliviado permitindo que o bebê massageie as gengivas com um mordedor. Caso o incômodo seja muito grande, consulte o pediatra. O FDA, proibiu esta semana a comercialização deste tipo de pomade nos EUA.
Produtos contra picadas de insetos, repelentes e curativos adesivos podem ser usados sem a consulta ao pediatra.
Errado. Nenhum medicamento, repelente ou produto com substância ativa deve ser usado sem o aval do pediatra.
Fezes amareladas são comuns; já as esverdeadas indicam prisão de ventre ou cólica.
Errado. Nos bebês em aleitamento, especialmente o materno exclusivo, a coloração da fezes pode e deve variar muito. Isto é um mito, que ainda muita gente acredita.
Não se deve pentear os cabelos na região da moleira e nem encostar nela, para não machucar o bebê.
Errado. A moleira é apenas o afastamento dos ossos do crânio e fecha entre 15 e 18 meses de vida. Até lá, a mãe pode – e deve – lavar, pentear e acariciar, normalmente, a cabecinha. Sem medo.
Queda de cabelo é normal nos primeiros meses.
Certo. Principalmente na parte de trás da cabeça, porque fica mais tempo apoiada no carrinho ou berço.
Bolinhas de gordura surgem no rosto do recém-nascido e saem sozinhas, com o passar dos dias.
Certo. Não aplique nada nessas bolinhas, apenas lave, normalmente, na hora do banho. Elas vão desaparecer sozinhas.
Ao nascer, muitos bebês apresentam manchas avermelhadas pelo corpo.
Certo. Elas aparecem, principalmente, nas pálpebras, testa e nuca, e somem com o tempo.
Manchas amareladas ou brancas, bem pequenininhas, no céu da boca, indicam que ele tem sapinho.
Errado. Geralmente essas manchinhas espalhadas pelas gengivas e no céu da boca são manchas de leite, muito semelhantes ao sapinho. Para ter certeza, passe, suavemente, uma gaze embebida em soro fisiológico nas gengivas. Se elas saírem, é mesmo de leite. Caso contrário, e se o bebê fica irritado durante as mamadas, procure um médico. Aí sim, pode ser sapinho.
Não se deve tirar farpas da pele do bebê.
Certo. Neste caso, convém procurar um médico.
A temperatura da bolsa de água quente deve ser igual a do corpo.
Errado. A temperatura da bolsa deve ser um pouco mais elevada que a do corpo do bebê. Nunca use água fervendo. Aqueça a água a uma temperatura que seja suportável tocar sua mão sem queimar, coloque-a na bolsinha, enrole em uma fralda e, só então, encoste na barriguinha dele.
Febre? Somente quando o termômetro marca acima de 37,8°.
Certo. A temperatura entre 37º e 37,8° não indica febre. Manter o bebê em ambiente arejado ou dar banhos com água em temperatura ambiente pode deixá-lo mais confortável.
Termômetros digitais são mais práticos e confiáveis.
Certo. Mas é bom ter, como reserva, um termômetro de mercúrio, caso a bateria acabe.
O bebê pode usar perfume, desde que seja específico para a sua idade.
Errado. Bebês não devem usar perfume no primeiro ano de vida. As alergias são freqüentes.
DIA A DIA
Deitado de lado é a melhor posição para dormir.
Errado. Hoje a posição mais indicada pela Academia Americana de Pediatria é de barriga para cima, pelo menos, durante a noite. Nesta posição, ele não corre o risco de engasgar, caso regurgite. Além disso, é uma posição segura em relação à Síndrome da Morte Súbita do RN, Mas, ao longo do dia, coloque-o de bruços ou de lado. A única posição proibida é a de barriga para baixo.
Travesseiros altos são melhores para ele.
Errado. Bebês não precisam de travesseiros, pois os ombros ainda são muito estreitos e a função do travesseiro é justamente eliminar a diferença de largura entre o ombro e a cabeça. Mas, de qualquer forma, deve-se manter a cabeceira do berço um pouco mais elevada.
Lençóis e travesseiros bordados e enfeitados com rendas podem causar irritações na pele.
Certo. Bordados e rendas, de tecido sintético, podem causar alergia em contato com a pele do bebê. Procure usar sempre tecido 100% algodão, até mesmo nos arremates e enfeites das roupinhas.
A vira de manta não é um item importante no enxoval.
Certo. Se o tecido da manta for antialérgico ou de algodão, ela não é necessária.
Mosquiteiros no berço são indispensáveis.
Errado. O mosqueteiro acumula muita poeira e só deve ser usado em locais onde haja realmente necessidade. E, mesmo assim, precisa ser lavado toda semana.
Se ele dormir muito durante o dia, vai perder o sono à noite.
Errado. Ao contrário do que se pensa, quanto mais dormem, mais sono os nenéns têm.
O bebê pode dormir no quarto sozinho, desde que com um abajur aceso.
Errado. O bebê pode e deve ter seu próprio espaço e dormir no quarto sozinho, mas também precisa ter a noção de dia e noite. Para isso, as luzes não devem ficar acesas durante a noite. No máximo, uma luz de tomada pode ficar ligada na entrada do quarto para ajudar a locomoção da mãe durante a madrugada.
Móbiles musicais, pendurados no berço, ajudam a relaxar e pegar no sono.
Errado. Alguns bebês podem ficar mais agitados com o colorido dos móbiles. Acabam preferindo brincar, bater as mãozinhas e soltar gritinhos, em vez de dormir.
Nas noites mais frias, a janela do quarto deve ficar totalmente fechada.
Certo. Se estiver muito frio, vista o bebê com uma roupinha bem quente e cubra com um cobertor.
A criança pode dormir no carrinho em vez do berço.
Errado.O colchão é o local adequado para eles dormirem. Ou seja, os bebês devem dormir no berço.
O carrinho pode ser bem simples.
Certo. As únicas exigências são que o modelo escolhido seja reclinável, leve e dobrável e com todos os itens de segurança.
O cercadinho é prático e mantém o bebê em segurança.
Errado. Cercadinhos limitam muito os horizontes do bebê, que precisa de liberdade e espaço. Isso não significa que o cercadinho está proibido, mas, que seja usado por um tempo bem curto.
Meninos não devem brincar de casinha ou com bonecas.
Errado. Eles podem sim, da mesma forma que a menina pode jogar bola. Além do mais, um dia eles serão pais, e todas nós queremos pais participantes nos cuidados com os bebês. Portanto, deixe que exercitem desde cedo.
Mochilas porta-bebê, do tipo baby bag, não são totalmente seguras.
Errado. Há no mercado mochilas próprias, de marcas confiáveis, para bebês bem pequenos. De qualquer forma, evite manter seu filho nesses suportes, por muito tempo.
A mãe deve ter muita atenção para evitar que o bebê coloque tudo na boca.
Errado. É pela boca que o bebê conhece o mundo. Até um ano de idade é normal levar tudo à boca. Desde que supervisionado por um adulto, para evitar que pegue objetos pequenos ou sujos.
Em uma festa de aniversário, a criança pode comer de tudo: bolo, salgadinhos, doces, pirulitos.
Errado. Pelo menos, até um ano, os bebês não devem comer açúcar, doces e frituras.
Depois das fraldas, melhor usar o peniquinho do que o vaso sanitário, mesmo com o assento redutor.
Certo. O penico permite que a criança mantenha os pés apoiados no chão, deixando-a mais segura. Mas isto dependerá muito da vontade própria da criança. É muito importante que respeitemos a vontade dos nossos baixinhos.
Mamar no peito ou na mamadeira, durante a madrugada, evita a fome noturna.
Errado. Até os 12 meses o bebê deve ser alimentado sempre que solicitar (especialmente se estiver no peito). A partir daí, já tem condições de ficar até seis horas sem se alimentar. Mas, o desmame noturno não deve ser brusco e, geralmente, só é aconselhável após o quinto ou sexto mês.
PASSEIOS
Com uma semana de vida, as saídas na rua estão liberadas.
Errado. As primeiras saidas de casa irão acontecer assim que a vacina contra a Tuberculose estiver ativa, ou seja, de 4 a 6 semanas após sua aplicação.
O começo da manhã é o melhor horário para ele ir à pracinha ou ao playground.
Certo. Todo bebê deve ser levado para passear no comecinho da manhã, antes das 10:00h. À tardinha, após as 16:00h, também é um bom horário. Assim, você evita os raios ultravioleta, prejudiciais à saúde.
Acompanhado da mamãe (ou do papai), o bebê pode ir ao shopping, ao supermercado, ao restaurante.
Certo. Quanto o neném já estiver maiorzinho, todos os lugares estão liberados, a não ser aqueles em que haja muita aglomeração. Já os bebês muito pequenos, até três meses, não devem passear em ambientes fechados como shoppings, supermercados e restaurantes.
Na bolsa de passeio, fraldas, chupetas e uma muda de roupa resolvem.
Certo .Caso o bebê não esteja mais em aleitamento materno exclusivo, a bolsa deve conter, também, água e algum alimento, se o passeio for longo.
Para limpar o bebê na rua os lenços umedecidos são suficientes.
Certo. Esses lencinhos facilitam o trabalho de limpeza. Mas, em casa, o correto é fazer a higiene usando apenas algodão embebido em água e um creme protetor para a pele. Não esqueça de levar, também, um trocador dentro da bolsa.
Se ele sentir sede, durante o passeio, pode tomar um copinho de água mineral.
Certo. Se possível, lave o copo antes de abrir, e passe o conteúdo para o copinho ou a mamadeira.
Brincar no chão de terra ajuda a criar anticorpos.
Certo. Na medida em que a criança cresce e faz contato com o ambiente, vai criando anticorpos. Mas, cuidado com lugares onde circulam animais. No caso de bebês muito pequenos, evite que brinquem no chão, pois eles levam constantemente as mãos à boca. E não esqueça de ter na bolsa alguns lenços umedecidos para uma limpezinha rápida depois das brincadeiras.
Com um mês, o pediatra já libera para o banho de mar ou piscina.
Errado. É aconselhável esperar até os seis meses para freqüentar a piscine e 12 meses o mar.
Na praia ou piscina, melhor ficar de fralda.
Certo. Quando os bebês ainda são pequenos, melhor irem de fraldas descartáveis. Após os dez meses, já podem usar sunga ou biquíni.
Antes das 10:00h e após as 16:00h, usando filtro solar, não tem problema tomar sol diretamente.
Certo. Neste horário, a pele do bebê fica protegida contra os raios ultravioleta. Mas, não prolongue demais a exposição direta ao sol. Lembrando que a prescrição dos protetores solares cabe ao pediatra.
Assim que começa a sentar, ele já viaja na cadeirinha do automóvel.
Errado.Desde os primeiros dias, o bebê deve ser conduzido em uma cadeirinha própria, adequada a sua idade, presa ao cinto de segurança e, sempre, no banco de trás.
O bebê-conforto pode ser usado desde os primeiros dias de vida: é a primeira cadeirinha da criança.
Certo. Há modelos próprios para recém-nascidos.
Fonte: Clínica Infantil Reibscheid
1 - Como a criança fica imunizada?
As vacinas utilizam os mesmos agentes causadores das doenças, mas inativados, atenuados, modificados ou utilizados apenas em parte. Quando a criança é vacinada, seu organismo produz anticorpos para aquele agente específico. Assim, ao entrar em contato com o vírus ou a bactéria causadores da doença, seu filho está pronto para atacá-los.
2 - Por que algumas vacinas não fazem parte do calendário oficial?
As vacinas são divididas conforme o uso: rotineiro (do calendário) e eventual, usadas com indicação especial, como a contra gripe.
3 - Há diferença entre o calendário oficial, do governo, e o da Sociedade Brasileira de Pediatria?
A diferença é mínima. O do governo é básico e o da SBP, um pouco mais completo. Mas isso não significa menor proteção para a criança, pois é o pediatra que avalia a necessidade de ela tomar determinada vacina – como contra catapora, que não está disponível na rede pública –, levando em conta os riscos de contaminação do ambiente em que a família vive.
4 - O programa brasileiro de vacinas é tão bom quanto o de países desenvolvidos?
Embora o governo brasileiro não tenha recursos suficientes para distribuir de graça as vacinas disponíveis no mercado, seu programa de imunização é considerado um dos mais completos do mundo.
5 - O que impede meu filho de ser vacinado?
São poucas as restrições à vacinação. Entre elas, febre alta (acima de 39ºC) e doenças ou remédios que alterem a imunidade, pois se a resistência do organismo estiver baixa, há risco de a vacina causar a doença que deveria evitar.
6 - O uso de corticóides pode interferir?
Caso a criança esteja tomando corticóides há menos de sete dias, pode ser vacinada. Spray nasal ou pomada não interferem na imunidade. A aplicação será adiada se o uso do medicamento for prolongado ou em dose elevada.
7 - A combinação antibiótico e vacina é perigosa?
Não. O uso de antibióticos não é motivo para seu filho não tomar vacina, desde que ele esteja bem.
8 - E se a criança estiver com diarréia ou resfriado?
Um resfriado sem febre ou uma diarréia leve não representam ameaça à vacinação.
9 - O que é uma reação grave à vacina?
Uma urticária ou um choque anafilático. Crianças com tais reações alérgicas não devem receber nova dose da vacina que as provocou.
10 - A vacina do posto de saúde tem a mesma qualidade da vacina da clínica particular?
Sim. Clínicas e postos de saúde são rigorosamente fiscalizados pela Vigilância Sanitária. Deve-se estar atento às condições de armazenamento das vacinas em consultórios médicos, nem sempre tão equipados quanto as clínicas e os postos de vacinação. Converse sempre com o seu Pediatra. ele irá explicar o local mais indicado para fazer a vacinação.
11 - O que acontece se eu perder o prazo de uma vacina?
Em caso de atraso de alguma dose, não é preciso reiniciar o calendário. Basta tomar a dose que falta.
12 - Tem problema adiantar a dose?
O organismo precisa de tempo para criar uma resposta imunológica, isto é, "fabricar" anticorpos. Por isso, nada de adiantar as doses. Mas não há problema em dois ou três dias fora do prazo (antes ou depois).
13 - Há um período do dia mais indicado para vacinar?
Seu filho pode tomar vacina a qualquer hora, antes ou depois de comer, ir para a escola ou passear, quando for mais conveniente. O importante é não perder a dose! Nós indicamos, sempre que possível, fazer a vacinação no período da manhã, pois caso ocorra algum efeito colateral, você terá o dia toda para observar.
14 - Quais os efeitos colaterais mais comuns?
São mal-estar, febre, inchaço e dor no local da picada, irritabilidade. Melhoram com compressa morna, antitérmicos, repouso e muito carinho.
15 - As vacinas são 100% seguras?
Quase 100%, mas reações graves, como complicações neurológicas ou mesmo a doença que a vacina evitaria, são raras. Em média, ocorrem na proporção de 1 para cada 200 mil aplicações.
16 - Se meu filho costuma ter febre seguida de convulsão, é preciso algum cuidado na hora de vacinar?
Como a febre, um sintoma comum à vacina, aumenta a chance de convulsão, essa criança tem de ser medicada antes com antitérmicos indicados pelo pediatra. Se este não é o caso do seu filho(a), nunca medique antes da vacinação. Este é um ato errado. Deveremos medicar, somente aqueles que têm algum efeito colateral após a vacinação e nunca de maneira preventiva!
17 - O que é a vacina acelular?
É a vacina produzida com vírus e bactérias (ou parte deles) modificados por engenharia genética. A tecnologia resulta em menos efeitos colaterais, mas encarece o produto. A eficácia é a mesma da vacina convencional.
18 - O que faço se meu filho precisa de uma vacina que não se encontra nos postos de saúde?
Vacinas específicas, como as acelulares ou outras não incluídas no calendário do governo, podem ser adquiridas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
19 - Por que o governo prefere utilizar a vacina em gotas contra a poliomielite?
Porque a outra, a IPV (Salk) é injetável e requer profissionais especializados na aplicação, ao contrário da Sabin, em gotas.Essa diferença barateia o custo da vacinação e aumenta seu alcance.
20 - Se a criança regurgita a vacina em gotas, deve tomá-la de novo?
Sim, se ela regurgitar nos 15 minutos seguintes à vacinação. Antigamente, para evitar o problema, os médicos recomendavam jejum de uma hora antes a uma hora depois da aplicação. Mas a prática caiu em desuso. Mas prestem atenção: Isto não procede na vacinação contra o Rotavírus, que também é por via oral. Se por acaso a criança regurgitar ou até vomitar, não é indicado repetir essa dose da vacina.
21 - É verdade que a vacina contra catapora não pode ser misturada ao uso de medicamentos?
Sim. Deve-se evitar o uso de remédios à base de salicilatos, como a aspirina e alguns antiinflamatórios, até seis semanas após a aplicação. Isso porque a substância associada à infecção da catapora pode causar a síndrome de Reye (inflamação cerebral e hepática), doença rara, mas letal.
22 - Bebês devem tomar vacina contra gripe?
Os pediatras recomendam a vacina em crianças abaixo de 2 anos (e a partir dos 6 meses), pois elas apresentam grande probabilidade de hospitalização ao adquirir a doença. Mas tudo dependerá da rotina dessas crianças, não sendo obrigatória a vacinação para todas. Converse sobre isso com o seu Pediatra, pois ele explicará as razões para fazer ou não está vacinação no seu filho(a).
23 - Pode-se tomar mais de uma vacina no mesmo dia?
Sim, não faz mal algum. Mas elas devem ser aplicadas em locais distintos na pele e com agulhas separadas.
24 - As vacinas combinadas são tão boas quanto as únicas?
A vantagem das combinadas é apenas a redução do número de picadas. Em uma só injeção, protege-se a criança contra várias doenças, como é o caso da SRC, a tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba).
25 - Qual a regra de vacinação para bebês que nascem prematuros?
Acima de 2 quilos, podem ser vacinados normalmente. Caso contrário, espera-se que a criança adquira o peso ideal.
26 - A criança precisa ser vacinada, se já teve a doença?
É comum cometerem-se equívocos no diagnóstico de doenças como sarampo, caxumba, rubéola e hepatite. Por isso, na dúvida, os médicos recomendam como princípio que é melhor vacinar.
27 - Qual o significado da marquinha deixada na pele pela BCG, contra tuberculose?
É esse sinal que indica se a vacina fez efeito. Caso a marca não apareça, o que acontece em menos de 2% das crianças, a dose tem de ser repetida.
28 - A amamentação interfere no efeito da vacina?
Os anticorpos da mãe são transferidos para o bebê ainda no útero, pela placenta, e depois, por meio do aleitamento. Mas eles não interferem no efeito da vacina, pois são incapazes de neutralizar os vírus e as bactérias presentes no medicamento.
29 - A vacinação é diferente para crianças especiais?
Crianças como as portadoras da síndrome de Down são suscetíveis a infecções causadas pela bactéria pneumococo. Para elas, os especialistas reforçam a importância da antimeningocócica.
30 - Há algum truque para diminuir o medo da picada?
Mentiras só aumentam o trauma. O ideal é explicar à criança sobre a importância das injeções, contando que os próprios pais também já foram vacinados. Fale a verdade: a picada dói, mas passa – e a saúde fica.
Fonte: Pediatria em foco
Entre as muitas dúvidas que têm aparecido nos consultórios pediátricos ultimamente, uma das mais comuns e aparentemente simples de se resolver é quando iniciar o “treinamento do xixi” ou, em outras palavras, a hora do desfralde.
E apesar de reconhecer que os custos das fraldas podem muitas vezes perturbar alguns pais e que o “desconforto” causado pelo incômodo da criança quando suja ou molhada, associado ao aroma peculiar e normalmente desagradável que exala dessas fraldas, nada justifica os riscos causados pela sua retirada precoce.
É sempre importante, tanto nessa quanto em outras questões, respeitar o ritmo da criança. É necessário que a criança tenha as condições de entender o processo para que ela possa ser desfraldada sem que isso cause transtornos emocionais, psicológicos e até clínicos. Quem tem intestino preso ou infecção urinária, por exemplo, sabe o quanto essas situações são incômodas. E elas podem ter tido seu início com a ansiedade dos pais, cuidadores e da escola na retirada das fraldas.
Então, como saber que uma criança está preparada para tirar as fraldas?
Cada criança é única e precisa ser acompanhada individualmente. Normalmente, qualquer tentativa antes dos 2 anos e meio a 3 anos pode ser frustrante para todos. O desenvolvimento neuro-psico-motor segue a direção crânio-caudal, ou seja, da cabeça para os pés e do centro para a periferia do corpo, ou seja, de dentro para fora.
Assim, não adianta esperar que uma criança que não sabe ficar de pé ande. E mesmo quando ela começa a andar, as quedas são frequentes porque o equilíbrio adequado ainda não se desenvolveu.
Assim é também em relação às fraldas. Apesar da musculatura envolvida ser a mesma, tanto para o controle das fezes, quanto da urina, os esfíncteres são separados e o habitual é que a criança consiga desenvolver a habilidade do sistema digestório antes do urinário.
Devemos observar neste processo, três fases distintas para saber qual o momento de iniciar o “treinamento” e não o “condicionamento”. Vamos a elas?
FASE -1 – A criança consegue te avisar que FEZ
Até esse momento, a criança anda com suas fraldas “pingando pela casa” ou “difundindo o cheiro” sem que isso a incomode. Se ela não tem essa consciência (que as fraldas já estão inapropriadas para o uso), não há como querer que ela entenda que precisa exercitar o controle.
Algumas crianças podem até querer tirar as fraldas quando percebem que elas estão molhadas ou sujas e isso pode já ser um sinal de que ela está preparada para a próxima fase, mas não que ela saiba controlar as suas eliminações. Se a fralda for retirada nesse momento, a chance de ocorrerem “vazamentos” é imensa e a de sucesso é muito, muito reduzida.
FASE -2 – A criança consegue te avisar que ESTÁ FAZENDO
Agora a criança começa a perceber que algo diferente está acontecendo. Além de já se sentir desconfortável com a fralda cheia de fezes e/ou urina, ela começa a ter a sensação das suas passagens pelo reto ou pela uretra, mas não consegue ainda conter ou reter. Em grande parte dos casos, a criança escolhe um cantinho, senta ou se agacha, olha para os pais com carinha de “tô fazendo” e começa a se incomodar quando terminou, quase que exigindo ser limpa.
Muitos pais, professores (nas escolinhas) começam aqui a tentativa de treinamento do controle. Mas para que essa atitude tenha sucesso, seria necessário um passo que a criança ainda não conseguiu: o segurar, a hora de segurar e soltar depois, a hora de soltar. Ou seja, ainda falta o principal: a consciência. Nessa fase, as crianças podem até ser “condicionadas” que, apesar de ser um sinônimo em alguns dicionários, ainda é diferente de serem “treinadas”.
FASE -3 – A criança consegue te avisar que QUER FAZER
Depois de algum tempo, individual para cada criança, começa a ocorrer uma evolução. Nessa fase, a criança começa a ter o controle e consegue segurar as fezes e a urina. Muita gente já ouviu falar das fases de desenvolvimento especificadas por Freud?
- Fase oral (0 a 18 meses/2anos);
- Fase Anal (18 meses/2 a 3/4 anos);
- Fase Fálica (3/4 a 5/6 anos);
- Período de Latência (5/6 anos a 11/12 anos);
- Fase Genital (11/12 anos a 17/18 anos).
Freud pode ter sido um dos responsáveis pela precocidade do treinamento quando estabeleceu que aos dois anos inicia-se a fase anal. O fato de ela se iniciar aqui, aos dois anos, ainda não significa que a criança esteja totalmente preparada para controlar e exercer a função segurar / soltar de forma correta e nem que ela já tenha consciência disso.
Você já pensou por que razão, quando temos vontade de urinar ou evacuar, nós dizemos que “vamos ao banheiro”?
Acompanhem os passos desse processo:
- Sentir a vontade de urinar ou evacuar;
- Reter (segurar) fezes / urina;
- Ir ao banheiro;
- Tirar a roupa do caminho (calça ou vestido, cueca ou calcinha, fraldas ainda);
- Sentar;
- Liberar os esfíncteres (relaxar a musculatura);
- Esvaziar o reto e/ou a bexiga;
- Fazer a higiene local adequada (ser limpo ou se limpar);
- Vestir a roupa novamente;
- Lavar as mãos;
- Acabou.
Fazer é fácil quando não temos que pensar em tudo isso, ou seja, quando isso já é nosso hábito. Se a criança estiver aprendendo, sendo “treinada” e os passos seguidos não forem nessa ordem exata... A coisa pode se desastrosa, não é mesmo?
Assim, é nesse momento que devemos pensar em iniciar o treinamento. Isso deve ocorrer quando a criança começa a segurar fezes e urina e olha para os pais/professores com cara de “E agora o que é que eu faço?”.
Nesse momento, toda atenção dever ser dada a esse treinamento, atendendo imediatamente à necessidade da criança, nunca criticando e nem punindo o insucesso e sempre se colocando ao lado da criança, tanto apoiando e estimulando, quando não der certo, como elogiando e “vibrando” com os bons resultados.
Dr. Moises Chencinski
Médico especializado em pediatria e homeopatia
Médico especializado em pediatria e homeopatia
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Na faixa etária entre 1 e 6 anos, é recomendável que a criança mantenha em torno de dez a 12 horas de descanso por noite. Isso significa que dormir muito tarde pode impactar no encurtamento desse período e, consequentemente, trazer prejuízos que passam por hiperatividade, dificuldade de prestar atenção às aulas, agressividade, irritação e até mesmo gerar problemas graves de saúde, como obesidade infantil e alteração do crescimento.
Vale ressaltar que a melatonina (hormônio produzido no cérebro que é responsável por regular o sono) invade o corpo progressivamente a partir das 18 horas e, às 20 horas, atinge seu pico. Por esse motivo, colocar a criança para dormir nesse horário é, sem dúvida, um facilitador do descanso. Lembre-se que, quanto mais calmo e escuro o ambiente estiver, mais melatonina o corpo produzirá.É bom que os pais saibam reconhecer se o filho está manifestando algum desses sintomas ao longo do dia e, se for o caso, ajustar a rotina. Uma boa dica é comparar o tempo de sono de sábado e domingo com o da semana. Se há muito contraste no número de horas, algo pode estar errado – ou seja, se ele vai se deitar depois das 23 horas e levanta às 7 horas para ir à escola, é provável que a quantidade de sono esteja insufi
Fonte: Revista Crescer
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Chorar, quando se trata de bebês, é normal. Até porque essa é uma das poucas formas que eles têm de se comunicar com você. Alguns, porém, fazem mais drama na hora do banho do que outros. Saiba como contornar o ''chororô'' nesse momento em todas as idades.
Fraldinha milagrosa
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.
Pato de borracha
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.
No balde
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de balde. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. Existem os ofurôs específicos para isso, mas você pode usar um balde comum sem problemas. Ele só precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.
Banho de espuma
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.
“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!
Fraldinha milagrosa
É comum que os recém-nascidos chorem bastante nos primeiros banhos. Uma dica da época das nossas avós é colocar uma fraldinha de pano no fundo da banheira. Ao entrar na água e sentir o tecido encostando no seu corpo, diminui a sensação de que ele vai cair. O bebê se sente mais seguro e para de chorar.
Pato de borracha
Desde bebê, os brinquedinhos de banho podem ajudar a acabar com o choro. Bolinhas, bichinhos que espirram água e livros próprios para água costumam funcionar. Quando seu filho já estiver maior, peça que escolha um boneco para levar junto e incentive-o a dar banho nele também. Enquanto você lava a cabeça, a barriga, as orelhas, ele faz o mesmo no brinquedo.
No balde
Especialistas holandeses criaram essa forma inusitada de dar banho em bebês há 15 anos. De lá para cá, ficou mais do que comprovado que os pequenos realmente relaxam no banho de balde. Se o seu filho chora muito na banheira, vale tentar essa alternativa. Existem os ofurôs específicos para isso, mas você pode usar um balde comum sem problemas. Ele só precisa ser utilizado exclusivamente para essa função, ser transparente (para facilitar a visualização) e com a borda virada para fora, para não machucar a criança.
Banho de espuma
Após os 2 anos, dá para fazer uma verdadeira farra com espuma! Existem produtos específicos para os pequenos, para não arder os olhos, o que causaria ainda mais chororô. Dá para brincar de se esconder, fazer castelos, assoprar e ele nem vai lembrar que não queria entrar no banho.
“Não quero sair!”
Se essa é a frase que você mais ouve do seu filho no banho, aí o choro vem no final de tudo. Invente uma brincadeira para o “seca, seca” e conte o que vão fazer em seguida. Se já estiver na hora de dormir, peça que ele já pense em qual história gostaria de ouvir e assim vá distraindo-o. Caso ele ainda seja bebê e chore para sair do banho, pode ser frio ou vontade de ficar um pouco mais ali, naquele contato gostoso com a mãe ou o pai. O melhor a fazer é enrolar na toalha e dar um abraço bem apertado!
Fonte: Revista Crescer


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